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22/07/2019
Por: VOLL

E se te dissermos que você já sabe o que é micromobilidade?

É muito provável que ao virar a esquina você verá um patinete elétrico estacionado, ou uma bike pronta para iniciar o próximo percurso com mais um passageiro que decide evitar o trânsito frenético da cidade. Pois é, esse tipo de transporte alternativo tem se tornado cada vez mais presente no cenário urbano e é difícil encontrar alguém que discorde.

Em maio deste ano, durante o 1º Summit de Segurança e Convivência de Micromobilidade, que aconteceu em São Paulo, foi liberada uma pesquisa realizada pela Grow (empresa que surge da fusão entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin) que afirma que o uso de patinetes elétricos aumentou  tendo realizado 2,7 milhões de corridas em apenas seis meses. Além disso, os dados também confirmaram que 47% das pessoas usam o serviço como forma de se deslocar ou deixar o trabalho.

A micromobilidade apresenta uma tremenda oportunidade para as cidades e prestadores de serviços, potencialmente ajudando a resolver alguns dos mais críticos desafios de transporte que enfrentam as áreas urbanas: congestionamentos, emissões e qualidade do ar, acesso desigual ao trânsito. Uma matéria da Forbes apresenta indicadores interessantes sobre a presença, usabilidade e desenvolvimento da micromobilidade nos centro urbanos.

As cidades devem pensar na micromobilidade como uma oportunidade positiva para construir uma estrutura mais robusta, que consiga acomodar novas opções de mobilidade que possam estar no horizonte. E essas opções estão chegando, com rapidez, em diversas cidades no mundo.

MICROMOBILIDADE:  Esse termo foi utilizado pela primeira vez pelo empresário Horace Dediu, durante o Tech Festival, em Copenhagen (2017) em que definiu como uma nova categoria de veículos alternativos. São categorizados como micromobilidade veículos de uso individual como: scooters elétricos, skates elétricos, bicicletas compartilhadas, bicicletas etc.

Os serviços de ativos em micromobilidade urbana são reflexo também do crescimento e impacto positivo da cultura de economia compartilhada. Tudo isso ajuda, não só em deslocamentos, mas também em redução do impacto ambiental. Os veículos que se encaixam com a micromobilidade urbana podem ser divididos em last miles e door to door, ou seja, sendo utilizados apenas no último percurso da pessoa. Cerca de 25% das viagens de carros realizadas atualmente são de até 3km de distância, percurso que poderia facilmente ser percorrido por uma bike elétrica, por exemplo. De acordo com o Relatório Populus Insights, 70% das pessoas, dentro do universo da pesquisa, acreditam que o uso de bicicletas e scooters na cidade são uma implementação positiva.

Tal como acontece com tantas outras questões do futuro da mobilidade, o ponto crucial do desafio da micromobilidade consiste em encontrar o equilíbrio certo entre o interesse público atual e a promoção de inovações que podem, em última análise, beneficiar os consumidores e o sistema de transporte mais amplo.

Como muitos outros problemas de mobilidade emergentes, não existe uma fórmula única de ação, mas trabalhando com todas as questões espinhosas, aprendendo com novos dados e levando a sério as principais lições, todos podem estar mais bem preparados quando a próxima inovação da mobilidade — como veículos autônomos que movem pessoas e mercadorias — entra em cena.

Categorias: Tendências

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