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26/03/2021
Por: Leonardo Costa

O futuro do trabalho é agora. Você possui as habilidades necessárias para não ficar para trás?

O convidado para o post de hoje é um profissional que observa de perto as transformações no modo de se trabalhar. Leonardo Costa trabalhou na BeerOrCoffee — startup que reúne espaços de trabalho. O Léo pratica o trabalho remoto desde a sua inauguração e, por lá, conheceu uma cultura organizacional focada na liberdade, confiança e resultado.

Essa experiência permitiu que se abrisse portas para conhecer novas maneiras de trabalhar e desenvolver habilidades que são essenciais para um profissional do presente e do futuro — e principalmente para a VOLL.

Hoje, ele é Customer Relationship Manager na VOLL — startup líder de mobilidade corporativa na América Latina, e que antes adotava o modelo de trabalho presencial — e que se adaptou de uma forma rápida e eficiente, graças a uma cultura organizacional baseada na colaboração e na tecnologia.

Durante seu período de transição, o Léo teve como foco principal garantir a segurança e estrutura de trabalho, fornecendo ferramentas, tecnologias, ergonomia e apoio psicológico para todo o seu time.

Quer entender quais serão as principais habilidades que uma organização e um profissional terão que ter para se manter produtivo e (por que não) feliz, frente às diversas mudanças na estrutura do trabalho? Então é só continuar a leitura deste artigo!

A crise sanitária global que “parou” a economia nos obrigou a mudar e a ressignificar nossa forma de trabalho. O que podemos esperar diante de tantas transformações?

Durante a história da humanidade, nós nos deparamos com diversas situações em que a mudança nos foi imposta. Desta vez, na era da globalização — onde as distâncias foram reduzidas a milésimos de segundos —, a tecnologia nos possibilita ressignificar muitas coisas. Por exemplo, a necessidade de trabalhar in loco, ter que se deslocar para participar de reuniões e eventos, dentre tantas outras “novas formas de ser” que aprendemos em 2020.

Vimos, por exemplo, a adoção em massa do trabalho remoto — em especial na modalidade home office. Nela, o empregado trabalha em casa e se conecta à equipe, aos clientes e à cultura da empresa através do uso de tecnologias.

O trabalho remoto compulsório gerou uma série de impactos. Curiosamente, o mais claro deles se refere à mentalidade de líderes mais tradicionais, que acreditavam que produtividade é sinônimo de controle. Esses líderes precisaram se adaptar rapidamente ao novo modelo de gestão — menos controle e mais confiança, menos banco de horas para mais resultados — uma vez que ter o time, ali presente, sob o olhar constante não era mais uma alternativa.

Por outro lado, os profissionais também precisaram se adaptar. Dentro do pacote de novas habilidades, muitos de nós precisamos correr para aperfeiçoar nossa capacidade de comunicação, customizar nossas casas para garantir mais ergonomia durante o trabalho, e aplicar novas formas de nutrirmos os relacionamentos familiares para construir um ambiente favoravelmente produtivo.

No mesmo sentido, os gestores de facilities e finanças perceberam os altos custos gerados para manter os espaços de trabalho, que ficaram ociosos — afinal, é com os desafios que conseguimos enxergar novas oportunidades. No caso desses profissionais, a oportunidade estava em otimização, que significa redução de custos e aumento de eficiência operacional.

Um exemplo disso é o caso da PespiCo: a gestora de facilities, Ana Lectícia Soares, encontrou uma lacuna para otimização de custos na área de mobilidade, e contratou a VOLL para centralizar os meios de transporte utilizados e garantir a segurança dos colaboradores. A PepsiCo uniu a necessidade de gerir os gastos e a política de mobilidade corporativa com a experiência dos seus colaboradores — que são de extrema importância para o negócio.

Principais transformações de mentalidade e cultura organizacional para os próximos anos

Mesmo com todas as mudanças abruptas na forma de trabalho, especialistas dizem que 96% das empresas que adotaram esse modelo obtiveram resultados positivos. Esse dado é confirmado pela pesquisa Barômetro Open Mind, que demonstrou que 50% dos líderes aumentaram seus resultados e 35% enxergaram benefícios na performance organizacional com o trabalho dos times à distância.

Na mesma linha, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), em uma pesquisa realizada com aproximadamente 1.400 entrevistados, concluiu que na cultura organizacional e no perfil profissional teremos grandes transformações de mentalidade.

Neste ponto, os profissionais precisarão adotar algumas habilidades que serão fundamentais para essa nova forma de trabalho:

Autorresponsabilidade: consciência da importância do seu trabalho
Adaptabilidade: capacidade de mudança e estar aberto a novas situações
Comunicação: transmitir informações com rapidez e precisão

Já para as empresas, será inevitável o processo de digitalização, que envolve adoção de tecnologias cloud, softwares, hardwares e integração de sistemas. Com a chegada do 5G e o IoT (Internet das Coisas), essa transformação será alavancada: edifícios inteligentes, gestão de espaços compartilhados e conectividade serão facilitadores para alcançar metas de sustentabilidade e responsabilidade social.

Impactos positivos e negativos do home office. Qual será o melhor método de trabalho?

Com a adoção do trabalho remoto, podemos destacar alguns benefícios conquistados:

Foco maior nas reuniões, com consequente redução da perda de tempo
Melhoria da produtividade
Aumento do tempo passado com a família e do período livre
Redução de custos para a empresa e funcionário.

Vale ressaltar que o trabalho exclusivamente remoto também acarreta alguns desafios:

Falta de contato pessoal com os colegas de trabalho
Perda de concentração por causa da família e das tarefas do lar
Falta de infraestrutura (scanner, impressora, etc.)
Perda da noção do todo (presencialmente é mais fácil entender o que está acontecendo; reforçar o alinhamento de objetivos é fundamental)
Sensação de trabalho onipresente, sem hora para acabar

Diante dos prós e contras, podemos defender que o futuro será híbrido e será a forma mais desejada pelos profissionais. Este modelo, que equilibra as presenças física e virtual, contempla as vantagens das duas modalidades: otimização do tempo e dos custos e a sinergia e interação social que todo ser humano necessita.

A VOLL em meio este cenário

A VOLL é um case de destaque de crescimento durante a pandemia do novo coronavírus. Durante esse período, a startup conseguiu crescer sua equipe em 100%, aumentar consideravelmente a base de usuários e lançar novos produtos no mercado. Todos esses resultados positivos se devem principalmente à capacidade de adaptação e resiliência.

Mesmo com o mercado de mobilidade urbana consideravelmente afetado, diversas empresas que oferecem serviços essenciais para a população não pararam as suas operações. Foi aí que a VOLL entrou, garantindo a segurança e as melhores opções de transporte para os mais de 200 mil utilizadores da sua plataforma.

Olhando internamente, os funcionários da VOLL — espalhados pelos quatro cantos do Brasil — continuam com seus trabalhos remotos. Esta será uma escolha de cada um futuramente, àqueles que preferirem ou não continuar desta forma. Foi, e continua sendo oferecida, uma infraestrutura completa para o VOLLER (como os membros do time são chamados) poder continuar trabalhando de casa sem nenhuma dificuldade. Um exemplo disso é a disponibilização de cadeiras, auxílio home office e qualquer outra necessidade que o funcionário encontrar.

Estamos em transformação, não é a primeira e não será a última. Apesar de algumas previsões sobre o futuro do trabalho, só podemos cravar que a nossa capacidade de aprendizado, superação e resiliência será fundamental para conseguirmos dar grandes passos.

Exerça essas habilidades. Certamente a humanidade precisará delas!

Categorias: Transporte

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