Indicadores de produtividade em viagens corporativas: como medir?
Descubra como medir a produtividade dos seus colaboradores durante viagens a negócios.
A produtividade é um aspecto essencial da rotina pessoal e profissional, mas medi-la ainda é um grande desafio.
Esse desafio tende a ser ainda maior durante uma viagem corporativa, afinal, o colaborador enfrenta uma rotina diferente, em um ambiente novo e com muitos compromissos e deslocamentos.
Para as empresas, monitorar indicadores e avaliar a produtividade da equipe impacta diretamente diversos fatores, principalmente a saúde financeira. Por isso, esse tema é de extrema relevância para os gestores!
Neste artigo, você vai entender o que são indicadores de produtividade e como aplicá-los no acompanhamento de viagens corporativas. Boa leitura!
O que são viagens corporativas?
Viagens corporativas são deslocamentos feitos por colaboradores a trabalho, seja para outras cidades, estados ou países, representando a empresa em atividades profissionais.
Existem diferentes tipos de viagem, que variam de acordo com seus objetivos, como realizar reuniões comerciais, participar de eventos como feiras e congressos, ou aumentar sua capacitação através de treinamentos.
Apesar do foco ser no colaborador viajante, ele não é o único que possui responsabilidades nesse contexto.
De forma resumida, os envolvidos em uma viagem corporativa devem:
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Colaborador: cumprir os objetivos da viagem, comparecer aos compromissos, realizar outras tarefas profissionais durante o deslocamento, manter-se produtivo, relatar resultados e indicadores;
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Gestor de viagens: reservar os serviços de viagem, realizar reembolsos, negociar com fornecedores, controlar custos e indicadores;
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Gestor de equipe: definir os objetivos da viagem, repassar informações importantes, delegar atividades e responsabilidades, acompanhar a produtividade do colaborador e outros indicadores.
Perceba que “produtividade” e “indicadores” se repetem. Vamos entender como esses fatores se relacionam?
O que são indicadores?
Indicadores de desempenho, também chamados de KPIs (Key Performance Indicators), são métricas utilizadas para avaliar a eficiência e o sucesso de ações, processos ou projetos.
O acompanhamento de indicadores é fundamental para que a empresa possa medir se os objetivos estão sendo atingidos, além de oferecer uma visão estratégica sobre o desempenho das equipes.
As viagens corporativas podem (e devem) ser metrificadas através de indicadores, que podem ser quantitativos ou qualitativos. Afinal, elas têm grande importância no cenário empresarial e recebem grandes investimentos.
Alguns exemplos de indicadores que podem ser aplicados às viagens corporativas são:
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Custo total da viagem, somando todas as despesas;
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Custo da viagem por categoria de despesa, como mobilidade, hospedagem e alimentação;
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Economia gerada por parcerias e acordos comerciais;
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Número de viagens canceladas ou remarcadas;
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SLA de atendimento em emergências;
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Volume de viagens por período;
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Satisfação dos viajantes.
Quando falamos sobre indicadores qualitativos, a produtividade se destaca. Afinal, ela está diretamente ligada ao retorno sobre o investimento da viagem e ao cumprimento dos objetivos propostos.
Se você, gestor, quer descobrir como metrificar a produtividade dos viajantes da sua empresa, confira o tópico a seguir.
Como medir a produtividade em viagens corporativas? Veja 8 indicadores
Pode parecer desafiador, pois trata-se de um conceito subjetivo. Mas sim, é possível medir a produtividade do colaborador durante viagens corporativas.
A produtividade envolve não só a quantidade de trabalho, mas também sua qualidade, eficiência e o impacto.
Por isso, é importante acompanhar indicadores variados para chegar a resultados conclusivos.
Confira alguns exemplos que podem ajudar nesse acompanhamento:
1. Negócios ou acordos comerciais fechados
Para viagens comerciais, o número de negócios, acordos ou contratos fechados é um índice totalmente relacionado à produtividade do colaborador, avaliando se os objetivos previamente estabelecidos para a viagem foram atingidos.
Esse é um indicador que está atrelado ao planejamento da viagem, afinal, é nesse momento que você e seu funcionário irão estabelecer as metas e um plano de ação para alcançá-las.
2. Metas alcançadas
Caso a viagem não tenha um objetivo comercial, trace outras metas com o colaborador. Para facilitar a mensuração, calcule o desempenho através dessa fórmula: [Metas alcançadas ÷ total de metas traçadas] x 100
3. Retorno sobre Investimento (ROI)
O ROI é um indicador essencial em diversas áreas da empresa, e sua relevância também se aplica às viagens a trabalho. Ele relaciona produtividade com finanças, sendo totalmente estratégico para a gestão.
O ROI pode ser calculado com a fórmula: [(retorno financeiro da viagem - custo da viagem) ÷ custo da viagem] × 100.
Assim, você terá um resultado em porcentagem de qual foi o retorno sobre o investimento feito para que a viagem acontecesse.
4. Feedbacks de clientes ou parceiros
Caso o objetivo da viagem seja o fortalecimento de relações com atuais clientes e parceiros, você pode aplicar pesquisas e solicitar feedbacks sobre a visita do seu colaborador.
Para facilitar a mensuração, peça uma avaliação em escala numérica ou com categorias pré-definidas, como "ótimo", "bom", "regular" e "ruim".
5. Relatório de aprendizado
Essa é uma ótima maneira de medir a produtividade do colaborador em viagens focada em treinamento e capacitação.
Solicite um relatório de aprendizados após a viagem, abordando quais foram os principais conhecimentos adquiridos e como eles podem ser aplicados na área.
Além de ajudar na metrificação, essa prática compartilha o conhecimento com o restante da equipe.
6. Horas trabalhadas
A gestão de tempo é essencial para uma viagem. Entender os períodos improdutivos, como tempo ocioso ou horas perdidas em deslocamentos, é importante para metrificar a produtividade do colaborador ou identificar ineficiências no roteiro.
Para auxiliar no acompanhamento desse indicador, o funcionário pode fazer uma medição precisa com ferramentas de gestão de tempo e, ao final da viagem, enviar um relatório detalhado.
7. Atividades realizadas
Seguindo a lógica do indicador anterior, é possível utilizar aplicativos e sistemas de controle de atividades para acompanhar e metrificar as tarefas realizadas durante o período da viagem, elaborando um relatório no momento do retorno.
8. Cumprimento do orçamento
Ser eficiente significa maximizar resultados com menos recursos, sejam eles financeiros ou de tempo. Por isso, é fundamental analisar as despesas para medir a produtividade do viajante corporativo.
Essa análise pode ser potencializada cruzando os dados com os dos outros indicadores colocados acima.
Um colaborador que teve um alto índice de vendas fechadas e superou as expectativas quanto ao orçamento pode ser considerado muito produtivo, por exemplo.
Para mensurar, calcule: [despesas orçadas ÷ despesas realizadas]
Como trazer mais produtividade para a gestão de viagens?
Um bom gestor vai além de medir a produtividade dos colaboradores: ele a incentiva. Confira abaixo três dicas para aumentar a eficiência de todos os envolvidos na gestão de viagens corporativas:
Revise a política de viagens corporativas
Garantir que as normas e orientações estejam claras e atualizadas na política de viagens é um passo importante para evitar falhas de comunicação. Dessa forma, os processos acontecerão com menos atritos e desgastes.
Ouça sua equipe
Feedbacks são essenciais para identificar possíveis melhorias no processo. Explore ao máximo os relatórios e análises, mas priorize também as reuniões de pós viagem com os colaboradores. Eles, com certeza, têm muito a compartilhar sobre os desafios e sugestões.
Invista em tecnologia
A tecnologia traz muitos benefícios para toda a gestão de viagens. Além de facilitar o controle do gestor, garante mais praticidade para os colaboradores.
O uso de um sistema para planejar e executar a viagem, por exemplo, pode reduzir drasticamente a burocracia no processo, otimizando o tempo do viajante – durante e depois da viagem, com a etapa de relatórios e reembolsos.
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